Acreditamos ser uma definição mais adequada apresentarmos auto-estima como a opinião acerca de si (auto-conceito), somada ao valor ou sentimento que se tem de si mesmo (amor próprio, auto-valorização), adicionado a todos os demais comportamentos e pensamentos que demonstrem a confiança, segurança e valor que o indivíduo dá a si (auto-confiança), nas relações e interações com outras pessoas e com o mundo. Então, não estamos falando apenas de um sentimento que temos por nós mesmos. Mais que isso, estamos falando de pensamentos e comportamentos que temos relacionados a nós mesmos.
Pensar, o que determina uma baixa auto-estima? O que fizemos ou fazemos para que o sentimento e as atitudes que temos conosco tornem-se tão negativos ou tão baixos, diminuindo-nos? E assim nos auto excluímos do convívio social!
Os estudos sobre auto-estima apontam em sua extensa maioria para influencias presentes em nossa infância (Rosenberg, 1983 e Coopersmith, 1967). A definição individual de sucesso e fracasso, as aspirações e exigências que a pessoa coloca a si mesma para determinar o que constitui sucesso; e, a forma de reagir a críticas ou comentários negativos.” (Gobitta & Guzzo, 2002)
Podemos de forma mais abrangente apontar situações que, quando presentes na vida de uma pessoa, são mantenedoras de uma baixa auto-estima, tais como: críticas, rejeições, humilhações, abandono, desvalorizações e perdas. Importante frisar que a construção dessa percepção negativa de si mesmo é resultado de interações sociais (familiares, escolares, profissionais, entre outras…). Nelas a pessoa vivencia situações onde é colocada numa posição de sentir-se inferiorizada e de menor valia.
E nós ousamos complementar dizendo que, elas também passam a se comportar, a agir consigo e com as pessoas baseadas nestas experiências..
Para tentarmos mudar essa percepção temos, que oportunizar aos acolhidos, momentos de reflexão onde eles possam ser protagonistas de alguma ação e observar as mudanças podendo assim despertar em si, novas perspectivas de vida.
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